Parkour é uma atividade física com seu princípio baseado em utilitarismo e longevidade através da integridade física. O conceito básico é focar em desenvolver seu corpo de forma saudável para ter total domínio sobre ele, sobretudo diante um obstáculo.
Consiste em movimentos e habilidades naturais como correr, saltar, se pendurar, escalar, se equilibrar. Basicamente, movimentos que poderiam salvar sua vida em uma situação de perigo.
Não se trata de um esporte propriamente dito porque não há competições, não existem regras, não há um juiz e um jeito certo ou errado. É uma idéia por trás do movimento.
Quem pratica Parkour é chamado de Tracer (ou Traceuse no feminino). É uma gíria em Francês usada pra denominar algo que percorre seu caminho sem interrupção. Foi usada pela primeira vez no grupo de David Belle denominado “Original Tracer”. Parkour foi criado por David Belle, seguindo ensinamentos que seu pai Raymond Belle havia aprendido durante a guerra do Vietnã na qual participou. Ensinamentos esses que consistiam em dominar o ambiente para compensar sua desvantagem númerica e de armamentos em relação ao exército americano.
David Belle então levou esses ensinamentos para o cenário urbano e o praticou junto a amigos numa pacata cidade no subúrbio de Paris, chamada Lisses. David tambem havia sido fuzilero na França e bombeiro de elite em Paris.
Lá por 1998, David Belle deu um nome àquilo que praticava a mais de 15 anos com os amigos, Parkour. O nome é baseado no “parcours du combattant”, algo que se assemelha às pistas de obstáculos militares que vemos em filmes. David mudou o nome, tirou “combattant”, afinal não se tratavam mais de soldados. Tirou o S, afinal o parkour trata de eficiência, e uma letra que não é pronunciada não é eficiente. E optou por colocar o K ao invés do C para ressaltar a diferença e dar um caráter mais “agressivo” à prática.
Ao contrário de que muitos pensam, o nome é apenas “Parkour”, e não “Le” Parkour. O Le é simplesmente o artigo em Francês e não faz parte do nome dado e registrado por David Belle.
Então a partir de 1998 o Parkour começou a chamar a atenção, e assim passou a ser divulgado mais pela mídia, que foi se espalhando pelo mundo.
No Brasil chegou em meados de 2004, onde diversos praticantes de São Paulo, Brasilia e Florianópolis começaram a treinar baseado nos videos de David Belle que assistiam na internet. Em 2005 foi fundada a Associação Brasileira de Parkour, que só foi devidamente registrada em 2006. Foi também realizado em Curitiba o 1o encontro brasileiro de parkour, que se tornou uma tradição e é realizado desde então todo ano, cada vez numa cidade diferente.
Consiste em movimentos e habilidades naturais como correr, saltar, se pendurar, escalar, se equilibrar. Basicamente, movimentos que poderiam salvar sua vida em uma situação de perigo.
Não se trata de um esporte propriamente dito porque não há competições, não existem regras, não há um juiz e um jeito certo ou errado. É uma idéia por trás do movimento.
Quem pratica Parkour é chamado de Tracer (ou Traceuse no feminino). É uma gíria em Francês usada pra denominar algo que percorre seu caminho sem interrupção. Foi usada pela primeira vez no grupo de David Belle denominado “Original Tracer”. Parkour foi criado por David Belle, seguindo ensinamentos que seu pai Raymond Belle havia aprendido durante a guerra do Vietnã na qual participou. Ensinamentos esses que consistiam em dominar o ambiente para compensar sua desvantagem númerica e de armamentos em relação ao exército americano.
David Belle então levou esses ensinamentos para o cenário urbano e o praticou junto a amigos numa pacata cidade no subúrbio de Paris, chamada Lisses. David tambem havia sido fuzilero na França e bombeiro de elite em Paris.
Lá por 1998, David Belle deu um nome àquilo que praticava a mais de 15 anos com os amigos, Parkour. O nome é baseado no “parcours du combattant”, algo que se assemelha às pistas de obstáculos militares que vemos em filmes. David mudou o nome, tirou “combattant”, afinal não se tratavam mais de soldados. Tirou o S, afinal o parkour trata de eficiência, e uma letra que não é pronunciada não é eficiente. E optou por colocar o K ao invés do C para ressaltar a diferença e dar um caráter mais “agressivo” à prática.
Ao contrário de que muitos pensam, o nome é apenas “Parkour”, e não “Le” Parkour. O Le é simplesmente o artigo em Francês e não faz parte do nome dado e registrado por David Belle.
Então a partir de 1998 o Parkour começou a chamar a atenção, e assim passou a ser divulgado mais pela mídia, que foi se espalhando pelo mundo.
No Brasil chegou em meados de 2004, onde diversos praticantes de São Paulo, Brasilia e Florianópolis começaram a treinar baseado nos videos de David Belle que assistiam na internet. Em 2005 foi fundada a Associação Brasileira de Parkour, que só foi devidamente registrada em 2006. Foi também realizado em Curitiba o 1o encontro brasileiro de parkour, que se tornou uma tradição e é realizado desde então todo ano, cada vez numa cidade diferente.
Hoje uma das maiores lutas é tirar a imagem do parkour de ser um esporte radical de manobras, algo como “skate sem skate” como falam frequentemente. O parkour não é esporte radical e tem muita filosofia por trás da prática. Afinal, são movimentos naturais que o homem sempre fez, apoiados agora apenas por uma idéia.
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